Visitantes
mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje135
mod_vvisit_counterOntem190
mod_vvisit_counterEssa semana500
mod_vvisit_counterNa semana passada47
mod_vvisit_counterEste mês1927
mod_vvisit_counterNo mês passado4875
mod_vvisit_counterTodos os dias87343
Banner
Online
Nós temos 18 visitantes online
Home Dr. Jaime Hablich Jaime Hablich A FORÇA DA NATUREZA

A FORÇA DA NATUREZA

Voltando de um compromisso em Santa Catarina, na tarde dessa quarta-feira fomos surpreendidos por rajadas de vento e chuvas que fizeram os carros pararem ao longo da BR 101. Por estar dirigindo uma camioneta Blazer, nova, seguimos viajem em direção à Osório sem passar dos 60 quilomteros por horas. De vez em quando quase parava de tão forte que era a chuva. A visibilidade ficava em zero e o limpador de parabrisas não dava conta.

Ao chegar na cidade de Osório nos deparamos com uma catástrofe. Havia locais no centro da cidade que automóveis de passeio não conseguiam passar pelas vias totalmente alagadas. Por toda parte as ruas estavam cobertas por galhos de árvores e pedaços de madeiras. Ao longos das ruas avistava-se casas e comércios destelhados, pedaços de madeiras ficavam pendurados, correndo o risco de desabarem a qualquer momento. Em algumas ruas não era possível trafegar devido a quedas dos postes de iluminação pública, sendo que em alguns locais era uma sequência de dez ou mais postes caídos no meio da rua. Um emaranhado de fios, até mesmo de alta tensão, transformadores, e por incrível que possa parecer, vimos alguns motoristas irresponsáveis passarem por baixo de postes inclinados, na iminência de cair. Talvez o desespero de ir para algum lugar, quem sabe salvar alguém, fazia com que esses motoristas arriscassem suas vidas ao passar por baixo de postes enormes que poderiam esmagar um automóvel e seu condutor.

No meio daquele caos, lembramos de ligar para nosso filho que estaria naquela tarde fazendo horas de vôo no Aeroclube do Osório. Guri tranquilo e responsável, calmamente nos narrou que parte do telhado dos prédios do Aeroblube havia sido deslocado e eles estavam secando o interior das construções que haviam sido alagadas. Naquele momento a chuva e o vento haviam cessado e já fazia sol, numa incrível transformação que foi da calamidade a um lindo dia ensolarado e não fossem os inúmeros estragos cusados pela força da natureza não se poderia dizer que houve naquele local uma verdadeira e terrível tempestade.

Com toda a sua tranquilidade, nosso filho de apenas 17 anos nos respondeu que não tinha voado naquela tarde, pois uns 10 minutos antes de iniciarem os procedimentos de preparação do avião, notaram que o tempo estava se armando e a tempestade seria inevitável. O vôo daquela tarde seria de duas horas, de modo que havia a possibilidade de estar voando e quem sabe enfrentar a força na natureza à bordo de um monomotor. Mas Deus é grande e os responsáveis pelo Aeroclube Albatroz de Osório são profissionais competentes e de larga experiência.

 

 

Ler o jornal impresso
Rádio Online

Previsão do Tempo
Patrocinadores
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner